Desta vez coloco o post para deixar registados 2 momentos. O histórico que nos levou a conhecer mais 3 fortes que fazem parte da Linha de Torres e um incidente com o Tuga. Já lá vamos.
O dia era para pedalar em estrada, então lá fomos fazer boa parte do percurso que fizemos na semana passada, mas desta vez o objectivo não era a Arruda. Quedamo-nos por Arranhó. Era aqui que íamos procurar os trilhos que nos levariam à obra nº 8, Forte do Cego e à obra nº9, Forte da Carvalha. O 1º fica a seguir a uma pedreira explorada pela Const. Do Tamega e chega-se lá numa zona de arvoredo onde as placas indicam treino de caça… hum… isto pode dar mau resultado. O 2º fica no alto de outro morro junto a um marco geodésico e numa zona completamente descampada. Engraçado ver que da obra 8 à 10 (Forte do Alquidão) faz praticamente uma linha recta e imagina-se como comunicariam os senhores naquele tempo.
Não ficamos por lá muito tempo até porque fazia um frio de rachar. Voltamos pelo caminho da Senhora da Ajuda e fomos à última obra do dia. O conjunto nº 18, Reduto da Ajuda Grande. Este já de maiores dimensões. Quando cá vierem vão ver que vale a pena.
E foi aqui que o Nuno deu pelo “incidente” do João. O gajo tem uma pontaria do caraças e consegue encontrar cavilhas enfiadas nos pneus eh eh eh. Mas desta vez o interessante foi que o pneu não vazou e ele conseguiu fazer o percurso de regresso até casa com aquilo enfiado no pneu, tipo agulha na costura. Ou seja entrou por um lado e saiu pelo outro. À frente vão encontrar umas fotos para verem o quis dizer.
Mais uma volta, mais uma moedinha e temos o ano quase a terminar. Perfazemos, com este, 70 posts. Igualamos a nossa melhor marca.
