25 novembro 2007

Arrábida, 25 Nov. 2007

Enquanto esperamos pelas fotos do Pirex, aqui fica alguma informação sobre o percurso de hoje na Arrábida.


  • Distancia: 27,7 Km
  • Tempo do percurso: 3h26m (incluindo as paragens)
  • Velocidade média: 8Km/h
  • Ascenção acumulada: 782m
  • Distribuição: 35% a subir; 39% a descer; 26% plano.
Eu só não percebo uma coisa. A distancia não é muita, a velocidade também não, então ......... porque raio aquilo deu tanto trabalho? Terão sido as subidas ? Luis, que tens a dizer em tua defesa?

23 novembro 2007

Volta na Arrábida dia 25 Nov.


A coisa já está organizada, o guia é o Luís Brites.

  • Ponto de encontro para quem vai pela 25 Abril : Estação de serviço da Galp (a 1ª que tem MacDonald) às 8h15m

  • Os restantes podem ir ter directamente a Vila Nogueira de Azeitão (naquele estacionamento frente às tortas.)

  • Partida às 9h de Vila Nogueira de Azeitão.

  • Chegada às 12h para comprar tortas e voltar para casa.

Alinhem que o tempo vai estar bom, o Luís conhece aquilo muito bem e as tortas também não são de desperdiçar.


João T

18 novembro 2007

Homenagem aos Trinca-pedras

Como alguns tiveram o prazer de conhecer, umas das melhores voltas que já demos foi às Minas de São Domingos. Um percurso pela antiga linha de caminho de ferro que ligava as minas ao Pomarão com organização do Trinca-reporter (Rui Simão). Aquela paisagem marciana de cores fortes e muitas vezes irreais, impressionou-nos a todos.

Em homenagem a essa volta e desejando que ela se repita, aqui fica uma das minhas aventuras no mundo dos pincéis (mais informação em http://www.jaagorapinto.blogspot.com/ ).





Outro assunto. Inscrevam-se no grupo dos Trinca-pedras:
Site – http://groups.google.com/group/trinca-pedras
mail: trinca-pedras@googlegroups.com

João

03 novembro 2007

O dia da bravura

Lagos é terra de descobridores e aventureiros, homens valentes de sangue frio que, não se contentando com o seu canto, partiram em busca de novos mundos. Muitos sonharam com esses mundos em tempos de outrora, sem satélites, gps, sistemas de comunicação ou qualquer outro tipo de aparelhagem. Nos nossos dias esses instrumentos são essenciais em qualquer aventura mas, naqueles tempos, um homem seguia-se pelos conhecimentos da física, astronomia e nas experiências partilhadas. Eram tempos em que só os bravos logravam vencer.
Embebido do espírito local programei a saída para o dia seguinte, a Barragem da Bravura, local de paragem obrigatória nos piqueniques do 1º de Maio e da voltinha de dia de Ano Novo das gentes locais. Pedi algumas referências ao Manel da Bicicletas, figura carismática do ciclismo Lacobrigense, e fiz o download do mapa via Google Earth para auxiliar à descrição vaga do percurso a fazer. Como trincador que sou, queria fazer o máximo de km por terras mas, o Manel das Bicicletas e os outros frequentadores da sua loja fazem estrada, sabia de antemão que teria de atalhar muito caminho.

A partida foi às 9h30 da manhã, o sol já ia alto e convidava à manga curta, equipado a rigor, camelback cheio e olhos postos no destino lá fui eu. Segui pelos caminhos que já conhecia até encontrar os primeiros trilhos na direcção desejada, ao fim de 3 km já andava ao ziguezagues, para cima e para baixo em busca de uma saída que teimava em não aparecer, estradões que invariavelmente esbarravam numa quinta com um animal de quatro patas a avisar que estava na direcção errada.Neste tipo de descoberta não podemos seleccionar muito os caminhos a percorrer, por isso, temos que trincar tudo o que nos aparece à frente, calçada, estradão, alcatrão, propriedade privada sempre na direcção desejada.
Após muitos atalhos subidas e descidas e já com 12km feitos cheguei ao Colégio, estava um pouco desanimado, aparentemente teria de seguir por alcatrão o resto do trajecto até à barragem e pior que isso, uma longa subida com cerca de 3km esperava por mim. Ao chegar ao fim daquela valente subida ainda me sentia fresco e com forças para continuar, diante dos meus olhos um sem número de trilhos abriram-me o apetite por comer pó, só tinha de escolher um.
Mais uns km e de novo o alcatrão, mais uma subida daqueles, na minha mente Diogo Cão e Bartolomeu Dias sussurravam: “isso não é nada, fizemos coisas muito mais difíceis” – era um facto e não o podia ignorar, pedalei com vivacidade, trinquei aquele alcatrão com fulgor, não iria fraquejar, mais do que isso, iria subir com a garra dos nossos antepassados, estava tão perto do meu destino nada nem ninguém me demoveria de tal!
A Estalagem da Bravura assinalava o prémio de montanha de terceira categoria, andei mais 2.5km e da barragem nada!! Voltei para trás para pedir informações, o dono da estalagem informou-me devidamente “a barragem é a precisamente 2.8km daqui”, não queira acreditar, onde está o gps? Onde estão os mapas detalhados? Como é possivel não ter visto a barragem estava a 300m e voltei para trás! Sai de manhã para ver a barragem por isso, nada a fazer toca a voltar para trás. Percorridos os 2.8km conforme indicado e depois de fazer uma curva à direita deparei-me com aquele bonito cenário. Como diz o meu sogro, tudo o que tem água é bonito, e para que não haja dúvida tirei uma foto.














Dei volta ao cavalo e segui as indicações do estalajadeiro, depois de descer vertiginosamente pelo alcatrão segui um trilho paralelo ao um regadio que me iria levar até à ribeira de Odiáxere. Passei por montes rurais que nos mostram um Algarve quase desconhecido, longe das praias e do turismo de massas. Sítios que mostram que nem sempre a vida sorriu aos seus habitantes, que nos tempos mais difíceis tiveram de abandonar as suas terras em busca de outras actividades mais lucrativas, mas há também aqueles que sobreviveram a esses tempos e que mimam os seu campos, como que a agradecer o que deles já colheram.













De volta a Lagos serpenteei pelas suas ruas estreitas perante o olhar indiscreto dos transeuntes que teimavam em reparar no meu sorriso, era o sorriso de um bravo!

A trincadela teve um total de 48km feito em 2h53m. Cerca de 15km foram em alcatrão, foi inevitável, isto de invadir propriedade alheia, correr cães ao pontapé e fazer subidas que não levam a lado nenhum é engraçado mas também farta.

Boa trincadelas....

02 novembro 2007

Andava-lhe com uma sede...


Muitos de voçês já devem ter sentido o mesmo do que eu. Vem um fim de semana prolongado, pensamos em ir para fora e dá-nos um nó apertado termos de deixar a bike em casa com tanto trilho que por ai há. Pois desta vez foi diferente. É certo que tive 45 minutos inglórios a tentar pôr a bike dentro do carro e deixar espaço para as malas, o carrinho de passeio e os brinquedos da Inês, as pinturas da mamã isto e aquilo que, passado o fim de semana, reparamos que não fizeram falta nenhuma. Mas desta vez tudo foi diferente : "ai não cabe-disse a mamã em tom de ameaça- vamos lá abaixo e nem que desmontes a bike toda, ela tem de ir". Acho que ela está a levar isto muito a sério pois agora obriga-me a andar, há-de chegar o dia que virá atrás de mim com vassoura em riste "Vai já andar de bicicleta que ela parada é como o Ronaldo...não rende". Aproveitei a maré e à segunda carreguei o carro.
Chegámos a Lagos para almoçar, na minha cabeça já só tinha aquele trilho que tantas vezes me desafiou. Se alguém conhece a Praia da Luz em Lagos já deve ter reparado no Taleve, é o ponto mais alto da região, está devidamente assinalado com um imponente marco geodésico e dele partem três trilhos, o do mar, o do marco(quase impossivél de entrar) e o da direita (esquerda de quem olho de baixo). Avistei este spot há seis anos, nessa altura ainda não fazia BTT mas pensei logo "isto de bike deve ser um mimo!"

De barriga aconchegada pelo peixe da região e os mimos da avó Maria lá fui eu. percorri 8km pela arriba até lá chegar, paisagem deslumbrante numa linda tarde de Outono, adrenalina a correr a 1000km/h estava prestes a descer, estava ansioso, estasiado e até um pouco emocionado.
Tinha chegado a altura! Baixei o banco para um posição de downhill, verifiquei as regulações da suspenção e amortecedor, olhei ao céu como que a pedir a graça divina, respirei fundo e lá fui eu por entre a vegetação. o trilho era como previa, na primeira parte rápido, sinuoso e divertido, a segunda parte aberto, muito técnico devido aos fundos sulcos cavados pelas chuvas e muito mais rápido, pelo caminho uivava de alegria, lindo lindo que emoção!
A volta foi de 30km sempre junto ao mar com partes muito técnicas entre a Prainha e o Porto Dona Maria ( Praia da Luz), formações rochosas junto à orla maritíma que foram moldadas pelos ventos de sueste e pelas ondulações fortes que os acompanham criaram um relevo ondulado e ao mesmo tempo sinuoso. Daí para a frente foi um passeio até ao Burgau, sempre com o sol acalar as faces rosadas de alegria. O regresso até Lagos foi em alcatrão pois a noite caía apressadamente e a travessa de berbigão já estava à minha espera.
Amanhã há mais.
Boas trincadelas.

19 outubro 2007

Santarém - 13 Outubro 2007 - Reconhecimento da Maratona FestiBike

Caros TrincaPedras,

Este meu Post é relativo ao reconhecimento da Maratona FestiBike que vai ter lugar no próximo dia 3 de Novembro em Santarém.


Dados da Trincadela
Local:
Santarém
Hora: Concentração às 14h30m em casa do Firmino
Kms Percorridos: 57kms
Desnível Acumulado: Poucos Metros

Área Percorrida: Sudeste da cidade de Santarém
Duração da Trincadela: Um par de horas
Trincadores: Firmino, Rui Eloy, Helder, Paulotes, Alfredo Mendes, Colega do Helder (este gajo anda que se farta...), Primo do Rui (foi para casa mais cedo...) e o Brites. O Alfredo Mendes do BEST tinha dito que aparecia, mas afinal... Ainda não foi desta que o conhecemos...


Descrição
A idéia era percorrer os 80kms da maratona FestiBike, dado que o pessoal de Santarém conhecia bem o percurso e assim aproveitarmos a tarde de sábado...

Como o pessoal só tinha disponibilidade a partir das 15h, provavelmente iriamos ter de cortar algumas partes do percurso.

A foto seguinte ilustra o percurso da maratona de 80kms.







Por incrivel que pareça, começamos à andar mesmo às 15h e após efectuarmos os habituais cumprimentos da praxe (Ah e tal, a tua suspensão tem só 120mm enquanto a minha tem 140mm. Pois, mas a minha tem bloqueio e a tua não!!! Enfim... estas comparações tem tanto de parvo como de futilidade, mas a malta fica toda contente...) lá fomos nós...



Para começar, seguimos em direção à estação CP de Santarém e durante alguns minutos acompanhamos o Rio Tejo por baixo das portas do Sol.














Ainda antes de chegarmos ao CNEMA e termos feito algumas trocas de bicicletas... (Desculpa lá Firmino, mas gostei mais da Santa Cruz SuperLight! Essa coisa de ter uma Cannondale é um bocado "Betinho"...), ainda passamos ao lado do aérodromo de Santarém...







Alguém me pode explicar o que é isto? Algum cenário de guerra? Um campo de PaintBall? Já repararam na quantidade de cães presos aos carros? Cada carro tem um cão preso...






Antes da subida em que o colega do Helder ligou o motor... e desapareceu...



A partir deste momento já não consegui sacar mais fotos... As minhas sinceras desculpas...



Conclusão

Um dia muito bem passado com o pessoal de Santarém. Já fazia algum tempo que não andava com esta malta e para estes lados...

A noite terminou da melhor maneira possivel, com uns belos petiscos preparados pela Mafalda (mulher do firmino):
- Pão de queijo
- Tostas: A especialidade da Mafalda... Só provando...
- Umas travessas de massas (Firmino, com a quantidade de comida que sobrou, ainda hoje deves andar a comer massa... LOL!!!)

Fica a pergunta...
...quando é que repetimos?


18 outubro 2007

Vaidade ou lamechice...?


Este post tem apenas como intuito apresentar-vos a minha nova montada. É verdade, já não podia ouvir o Trinca Boss a dizer à minha frente "tens que comprar uma bike nova, tens que investir". Espero que, quando ele agora andar atrás de mim, me oiça dizer " Trinca vamos só fazer mais aquele trilho....logo almoçamos!"



Abraço a todos os Trinca por me terem mostrado esta forma fantástica de conviver com outras pessoas, com a Natureza e descarregar muita adrenalina!!!!

Boas pedaladas

09 outubro 2007

Rota do Vento - Descida do Picoto - Sertã - 7 Outubro 2007

Caros TrincaPedras,

Este meu Post tem dois objectivos, os quais passo a enunciar:
Descrever o evento BeTeTistico "Descida do Picoto 2007";
Armar-me em "Mete-Nojo" e fazer inveja aos Trinca-Pedras que não estiveram presentes.

Dados da Trincadela
Local: Sertã
Hora: Concentração às 8h30m e inicio no Picoto às 11h00m
Kms Percorridos: 36.89Kms
Desnível Acumulado: Muitos Kms (a descer)
Duração da Trincadela: 4 Horas

Descrição
Eram 5h45m quando soou o despertador. Pensei que me tinha enganado com a hora do despertador, porque me tinha deitado há um par de horas...
Tal como combinado, às 7h00m lá cheguei ao ponto de encontro - Quinta da Silvã (que para quem não sabe é onde fica a casa do João Gonçalves, que para quem não sabe é o Cão-Guia oficial do grupo de Torres Novas) e partimos em direcção à Sertã.
Depois de curvas e contra-curvas, subidas e descidas com 7% e 8% de inclinação, chegamos à Sertã às 8h em ponto (só de pensar que houve quem tivesse marcado a partida de Torres Novas para as 06h15m... G'andas malukos).
Após o cafézinho da praxe num café à Beira-Rio, e depois do Tó Prata ter cumprido com a sua obrigação de organizador da logistica do grupo e ter ido levantar os dorsais, lá começamos a preparar o equipamento e a instalar comodamente as máquinas nas 3 carrinhas que nos levariam ao topo da descida do Picoto.

Nesta foto, poderão observar Paulo Pereira (mais conhecido como substituto do Kedas oficial do grupo), ladeado pelo José Luis e pelo Narciso, que o ajudaram a manter-se em pé para a fotografia (é que o homem tem dado tantas quedas que já tem uma certa dificuldade em manter-se de pé).






Observem a pose erecta que mantém(tipo embalsamado), para disfarçar a dificuldade em manter-se de pé. Não se vê na foto, mas tivemos de colocar um cavalete por trás e um esticador no Jersey, para ele se aguentar.



Aqui o engenheiro a dizer: "Epá, deixa lá que eu é que sei arrumar as bicicletas na minha carrinha!"



O João Gonçalves a dizer: "Tá bem pá! Leva lá a bicicleta!"



Não sei como, mas o Narciso lá deve ter conseguido encontrar alguma loja aberta a um Domingo às 8h da matina. Para andar de saco de compras na mão, só pode...







O Tó Prata com um ar preocupado... Ena c'um catano, se calhar devia ter protegido a minha Maverick com esponja. Estes gajos vão dar cabo da "minha menina"!



Um grande plano das binas, já acomodadas dentro da carrinha do Engenheiro. Aquela com o dorsal #150 é um espetáculo, não é?



A organização do Descida do Picoto está de parabéns. Tudo pensado ao pormenor. As bicicletas eram colocadas nos camiões, mas acondicionadas com uma pelicula esponjosa para proteger os quadros. Cinco estrelas para esta organização.



Alguém conhece a marca "Bussaco"? Ouvi dizer que era uma marca francesa... Só para saberem, chegou inteira à Sertã...



Chegados ao local de partida (Picoto), começamos a preparar as máquinas...



Já dizia o ditado: "Quando mija um português..."



Um plano do Parque Eólico do Picoto... Verdadeiramente ESPETACULAR...



O grito da besta não podia faltar... O Moreira com o seu grito de guerra... (Pena a fotografia não captar som...)



As máquinas alinhadas lado-a-lado no marco geodésico...



Já eram quase 11h quando os autocarros com o BeTeTistas começaram a chegar...



A azáfama começava a tomar conta do Picoto...



Conheço este gajo de algum lado... A sertã fica lá ao fundo a 20kms de distância...



Não sei se conseguem ver bem nesta foto, mas é a primeira vez que vejo alguém fazer BTT com o velhinho dinamo na roda da frente. Pergunta: Será que após tanta pedra, conseguiu aguentar-se até à Sertã?



A hora de partida estava próxima...





E lá começou a descida do Picoto... De acordo com a organização, o primeiro km era muito perigoso, com muita pedra solta e deveria ser feito lentamente e com cuidados redobrados... Foi o que fiz... Tive muito cuidado... Já o Paulo Pereira não ouviu os conselhos da organização...







Ó Tó Prata, faz lá o sorriso #31 para a fotografia...



E lá fui eu a descer (muito devagarinho...). Foram 10kms seguidinhos sempre a descer (muito devagarinho...).

Só mais tarde percebi para que servia a ambulância que acompanhava a descida do Picoto. E o Paulo Pereira também...





Chegados ao primeiro abastecimento era tempo de afinar as máquinas e aconchegar o estômago. Mais uma vez, a organização esteve de parabéns ao distribuir Sandes (Presunto e Queijo), fruta e bebidas à discrição.

Nesta foto, poderão observar o Moreira em acção, a devorar uma fatia de presunto (sem pão, claro). Esta deve ter sido apenas a primeira das 20 que ele comeu...



A caminho de ir buscar mais uma...



Acho que vi este gajo lá em cima...



Paulo Pereira: "Tenho um dói-dói. Preciso que me façam um curativo!" Claro que a bombeira não resistiu aos lamentos do Paulo, e acorreu a fazer um remendo na perna do rapaz... Só não percebi porque é que os dois se estão a rir... Ó Paulo, a Sandra sabe quem é que te fez o remendo na perna?







Alguém sabe onde é que posso encontrar um "descanso" destes para a minha bicicleta???



Paisagem...







Aqui dá para ver a quantidade de pedra solta no caminho... O Tó Prata que diga como é que ficou a canela dele, depois de ter levado com uma pedrada do João Gonçalves...



O fantasma dos "furos" voltou a assombrar o Moreira... Também com pneus da Michelin, o que é que ele estava à espera... Não fosse o "Chave-do-Grupo" (Tó Prata) andar precavido com uns tacos para remendar o dito pneu e o Moreira tinha ficado logo por ali...





Depois de remendar o pneu, seguimos caminho...

Tó Prata:



Zé Luis:



Marchão (não era o último), faltava o Cão-Guia (João Gonçalves):



Mais paisagens...








Claro que o Moreira ainda iria furar novamente...



Passeio de BTT sem molhar o pézinho não fica completo.. Com o calor que estava até soube bem...





Mesmo a chegar à Sertã...



Eu convencido que já estava a terminar, quando vejo o João Gonçalves voltar para trás com um câmara-de-ar na mão para ajudar o Moreira, que entretanto tinha feito 1 ou 2kms a pé. Prontes... Lá tive de ir também ajudar o Moreira... O gajo ainda tentou que fosse eu a sujar as mãos, mas bem se lixou...

Pelo que ouvi dizer, isto já é uma estratégia utilizada por outros membros do grupo, que fingem não saber encaixar a roda nos encaixes, para que outros se ofereçam para o fazer... nem que seja à martelada...

Já na Sertã e depois de ter feito o último Single-Track da descida...



O Moreira e o João Gonçalves ao banho no rio...




Já no jardim a caminho da meta...




Depois de tomar o banhinho da praxe nos balneários do pavilhão municipal (com gel duche Hugo Broche, obrigado Tó), lá fomos ao almocinho... Para começar uma sopinha de peixe que estava um espetáculo e depois um prato de lombo de porco. Pelo que ouvi dizer, a carne estava muito boa... É que mal me levantei, "alguém" que tinha acabado de comer 3 pratinhos de sopa e a carne dele, comeu também a que me estava destinada... enfim... Para o ano há mais...

Aqui fica a foto do "alguém"...



Conclusão
Uma grande descida (10kms)...
Uma boa organização...
Um grupo ESPETACULAR...
Um dia muito bem passado...

Para o ano... Lá estaremos...